segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dados principais do Egito

ÁREA: 1.001.449 km²
CAPITAL: Cairo
POPULAÇÃO:  78,7 milhões (estimativa 2009)
MOEDA:  libra egípcia
NOME OFICIAL
: República Árabe do Egito (al-Jumhuriya Misr al-'Arabiya).
NACIONALIDADE: egípcia
DATA NACIONAL: 23 de julho (Aniversário da Revolução). Saiba mais sobre a História do Egito Antigo.
HINO DO EGITO
Brasão de armas do Egito

GEOGRAFIA DO EGITO:
LOCALIZAÇÃO: nordeste do Continente Africano
FUSO HORÁRIO:  + 5 horas em relação à Brasília
CLIMA DO EGITO
: árido subtropical.
CIDADES DO EGITO (PRINCIPAIS)
: Cairo, El Gîza, Alexandria.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO:
árabes egípcios 98%, árabes beduínos 1%, núbios 1% (dados de 1996).
IDIOMA: árabe (oficial)
RELIGIÃO: muçulmanos 91%, cristãos 8% (em 2005).
DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 82 hab./km2
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 1,9% ao ano (1995 a 2000)
TAXA DE ANALFABETISMO:  29% (estimativa 2008).

RENDA PER CAPITA: US$ 6.200 (estimativa 2010).
ECONOMIA:
Produtos Agrícolas:
algodão em pluma, arroz, trigo, cana-de-açúcar, milho, tomate.
Pecuária: búfalos, ovinos, caprinos, aves
Mineração: petróleo, gás natural, manganês, sal de fosfato, minério de ferro, urânio, carvão.
Indústria
: alimentícia, refino de petróleo, têxtil.
PIB: US$ 497,8 bilhões (estimativa 2010)


por:Murilo Almeida 

O continente africano é um grande produtor e exportador de produtos oriundos da produção agrícola, no entanto não consegue alimentar sua população. A África apresenta um elevadíssimo número de subnutridos, isso lhe dá a condição de pior do mundo nesse aspecto. O continente se caracteriza pela presença da fome, realidade que aumenta a cada dia. Os países que mais sofrem com a fome são: Etiópia, Somália, Sudão, Moçambique, Malavi, Libéria e Angola. As estimativas são pessimistas, segundo um relatório do Instituto Internacional de Pesquisa em Política de Alimentação, o número de crianças subnutridas subirá cerca de 18%, estimativa para o ano de 2020. De acordo com o diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos da ONU, James Morris, a escassez de alimento na África provoca a instabilidade política, desse modo, a fome é, ao mesmo tempo, causa e conseqüência da pobreza. Além disso, é causa e conseqüência dos conflitos. No mesmo estudo foi divulgada outra estimativa, que afirma que nos próximos 20 anos o continente africano terá uma diminuição na produção de alimentos em cerca de 20%, fato desencadeado pelos conflitos internos. Segundo estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de 150 milhões de pessoas africanas não tem acesso à quantidade mínima de calorias diárias. E o pior, outros 23 milhões podem literalmente morrer de fome ou por causas provenientes da mesma, como insuficiência de determinados nutrientes no organismo: falta de potássio, proteína, cálcio, entre outros. É de conhecimento de todos que a África convive com o problema da fome, agora basta saber quais fatores desencadearam as diversas mazelas sociais que essa parte do mundo se sujeita. Uma das causas da fome está ligada à forma de ocupação do território e a extrema dependência econômica externa, herdada do período do colonialismo. Isso é agravado ainda mais com o acelerado crescimento populacional. As taxas de crescimento natural na África são as mais elevadas do mundo. Para se ter uma idéia, a população africana em 1950 era constituída por 221 milhões de pessoas, atualmente, são mais de 850 milhões. São muitos os motivos que proporcionam esta situação deplorável. A seguir, os fatores que favorecem a proliferação da fome no continente: • Ocupação de grande parte das terras para o plantio de culturas monocultoras destinadas à exportação, portanto não produzem alimentos que abastecem o mercado interno. • Diminuição da oferta de alimentos no continente. • Grande ocorrência de desertificação, em razão da ocupação de áreas impróprias para agricultura. • Diminuição das pastagens e terras férteis no continente. • Os conflitos étnicos que resultam em guerras civis. Em suma, o que temos é um quadro socioeconômico bastante debilitado, e as perspectivas são negativas em relação a esse continente.

    Postado por: Kevin

Egito introdução e pirâmedes

Introdução 
Elas foram construídas  há mais de 2500 anos e resistem até hoje. Cercadas de mistérios, despertam interesse de historiadores, arqueólogos e estudiosos de civilizações antigas. Como resistiram a tantos séculos? Que segredos guardavam dentro delas? Qual função religiosa exerciam na sociedade?
Conhecendo as pirâmides 
A religião do Egito Antigo era politeísta, pois os egípcios acreditavam em vários deuses. Acreditavam também na vida após a morte e, portanto, conservar o corpo e os pertences para a outra vida era uma preocupação. Mas somente os faraós e alguns sacerdotes tinham condições econômicas de criarem sistemas de preservação do corpo, através do processo de mumificação. 
A pirâmide tinha a função abrigar e proteger o corpo do faraó mumificado e seus pertences (jóias, objetos pessoais e outros bens materiais) dos saqueadores de túmulos. Logo, estas construções tinham de ser bem resistentes, protegidas e de difícil acesso. Os engenheiros, que deviam guardar os segredos de construção das pirâmides, planejavam armadilhas e acessos falsos dentro das contruções. Tudo era pensado para que o corpo mumificado do faraó e seus pertences não fossem acessados.
As pirâmides foram construídas numa época em que os faraós exerciam máximo poder político, social e econômico no Egito Antigo. Quanto maior a pirâmide, maior seu poder e glória. Por isso, os faraós se preocupavam com a grandeza destas construções. Com mão-de-obra escrava, milhares muitas vezes, elas eram construídas com blocos de pedras que chegavam a pesar até duas toneladas. Para serem finalizadas, demoravam, muitas vezes, mais de 20 anos. Desta forma, ainda em vida, o faraó começava a planejar e executar a construção da pirâmide.
A matemática foi muito empregada na construção das pirâmides. Conhecedores desta ciência, os arquitetos planejavam as construções de forma a obter o máximo de perfeição possível. As pedras eram cortadas e encaixadas de forma perfeita. Seus quatro lados eram desenhados e construídos de forma simétrica, fatores que explicam a preservação delas até os dias atuais.
Ao encontrarem as pirâmides, muitas delas intactas, os arqueólogos se depararam com muitas informações do Egito Antigo. Elas possuem inscrições hieroglíficas, contando a vida do faraó ou trazendo orações para que os deuses soubessem dos feitos realizados pelo governante.  


por: Murilo Almeida

Egito

Pirâmide em hieroglifos é
U23 G17
r
O24
Pirâmides do Egito são monumentos de alvenaria construídos no Antigo Egito. Como o nome indica, são formandas por uma base quadrada de quatro faces triangulares que convergem para um vértice.
As três mais famosas piramides estão no planalto de Gizé, na margem esquerda do rio Nilo, próximo à cidade do Cairo. Porem existem 138 pirâmides Egito redescobertas, em todo o , remanescentes do Antigo e Médio Império, muitas delas não conservadas, sendo a maioria, considerada templos mortuários para os faraós e suas concubinas, principalmente mas também para sacerdotes e nobres mumificados. Algumas piramides tinham seu vértice ouro decorada ou forjada com .
Devido ao seu alto grau de complexidade arquitetônica, aos esforços empregados em suas construções, e a sua notável beleza, as piramides são culturalmente associadas ao místiciosismo, sendo a fonte de muitas hipóteses e lendas a cerca dos mistérios de sua construção e finalidade. Evolução A construção das pirâmides sofreu uma evolução, desde o monte de areia de forma retangular que cobria a sepultura do faraó, na fase pré-dinástica, passando pela mastaba, uma forma de túmulo conhecida no início da era dinástica. Foi Djoser, fundador da IV dinastia, quem mandou edificar uma mastaba inteiramente de pedra. Tinha 61 metros de altura e 6 degraus em toda a volta, com 160 metros de comprimento norte-sul e 16,05 metros de leste a oeste.
As pirâmides têm uma estrutura subterrânea complexa, composta de corredores e salas onde a sala funerária é escavada no solo. Depois da XX dinastia, as pirâmides entram na sua fase clássica com a construção da ampla necrópole de Gizéh.


por: Murilo Almeida

Alex

Introdução
A vegetação natural e a paisagem de África são muito diversas – desde o quente deserto do de África  do Saara à viçosa selva tropical e desde os picos cobertos de neve às quentes planícies de capim. Grande parte da floresta foi desbravada, mas há ainda algumas áreas protegidas
Mais de 50% das florestas africanas já foram desbravadas para darem lugar à agricultura e ao aproveitamento da madeira.
 Existem culturas arbóreas como o cacau, o óleo de palma e a borracha.
Nos desertos africanos as plantas que aí se desenvolvem são chamadas xerófilas, porque armazenam a água nas suas raízes, caules ou folhas.
E é sobre alguma desta vegetação africana e algumas destas plantas de África que falaremos neste nosso trabalho.
A Flora de África (geral)
As paisagens características de África são formadas pelos imensos  espaços abertos da Pradaria e da Savana.
Nestas regiões as chuvas são periódicas e são importantes para a vegetação e para a fauna variada aí existentes.
Outros ambientes naturais do continente africano são as planícies poeirentas e os desertos constantemente atravessados pelas caravanas Tuaregues.
Várias regiões deste continente foram consideradas pela ONU, reservas ecológicas da Humanidade.
O Clima
Em geral o clima africano é quente. Nas zonas perto do equador a temperatura pouco varia entre o dia e a noite, e também ao longo do ano. A média é de 25º. É uma região de chuvas abundantes durante todo o ano.
Na zona dos trópicos a variação da temperatura já é maior durante o dia e as alterações térmicas anuais também são maiores. Já existe uma estação das chuvas durante os meses de Verão a norte do Equador, e durante o Inverno a sul.
Na zona dos desertos as temperaturas são extremas. Chegando aos 50º C durante o dia e por vezes a temperaturas muito baixas à noite. A chuva nestas regiões é escassa ou quase nula.
A Vegetação ou A Flora Africana
A vegetação africana está muito ligada ao clima, por isso podemos distinguir nesta região três zonas com características muito diferentes.
A Floresta Virgem está situada na parte central de África (equador) e apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais.
As temperaturas e as precipitações são elevadas e favorecem, apesar da pobreza dos solos, o crescimento de uma vegetação exuberante com árvores de madeira duras, que atingem frequentemente 50m de altura, e grande abundância de lianas e de epífitas.
A sua madeira é muito apreciada como por exemplo:
. o ébano
. o acaju
. a teca
A Savana cresce na continuação da floresta e ocupa a maior parte do território africano. Encontramos primeiro a savana húmida e logo em seguida a savana seca.
Pouco a pouco as estepes secas dão lugar às estepes salinas, o que acontece tanto a norte como a sul com a extrema aridez do Sara e do Calaari, respectivamente.
Estas regiões têm ervas muito altas, entre as quais grandes árvores como o sicómoro.
Na savana a maioria dos terrenos são planaltos e planícies. Entre as planícies de vez em quando há grandes fendas.
As planícies são muito férteis e as árvores são muito diferentes das nossas. Há menos poluição. A água é limpa e as paisagens são lindas.
Há muito calor e a relva é muito arenosa.
As planícies são demasiado secas para muitas plantas. Poucas árvores crescem nas planícies de pastagem, porque o solo é demasiado seco e arenoso.
Os  embondeiros são um exemplo das plantas desta região porque armazenam a água nos troncos.
O deserto do Sara é o mais extenso do mundo e devido às suas grandes mudanças de temperatura a sua vegetação é escassa. Pode não chover durante muitos anos num deserto.
A areia é constituída por minúsculos fragmentos de rocha.
Nestes desertos aparecem por vezes os oásis com culturas de tâmaras e horticultura.
As plantas dos desertos armazenam água nos seus caules espessos e os cactos têm espinhos para não serem comidos pelos animais.
Plantas do Deserto: As iucas arbóreas podem sobreviver durante vários anos sem água. Os ferocatos guardam água nos caules e espinhos carnudos. As mamilárias crescem nas fendas das rochas e florescem quando chove. As agaves dão uma flor cada 2 ou 5 anos. As flores dos cactos gigantes abrem de noite, porque os insectos procuram alimentos, quando a temperatura arrefece.
O Amendoim
O amendoim além de ser um delicioso fruto seco ,representa uma das mais importantes culturas dos países quentes. Rico em proteínas ,dele se extraem diversos óleos alimentares e até medicamentos. A planta necessita de uma temperatura de 25 a 28 graus para crescer. Pertence á família das leguminosas .Para atingir a maturação, precisa de estar debaixo da Terra durante quatro meses.
O Cacaueiro
O cacau é o ingrediente principal do chocolate, obtém-se de uma planta originária da América do Sul, o cacaueiro. Era muito apreciado pelos Maias, Incas e Astecas e já no principio do século XVI as suas sementes eram usadas como moeda no México .O seu nome científico era « Teobromina », significa, literalmente, « manjar dos deuses ». Com os Descobrimentos, foi levado da América para a África e hoje este continente produz mais de metade de cacau
História do Cacau: A história do cacau tem sua origem envolta por mitologia e lenda. O deus asteca "Quetzcoalt", senhor da Lua prateada e dos ventos gelados, tal como prometeu, também ofertou aos homens um presente roubado do país dos deuses. Querendo dar aos mortais algo que lhes enchesse de energia e prazer, Quetzcoalt foi aos campos luminosos do Reino dos Filhos do Sol para de lá furtar as sementes da árvore sagrada. Desta forma fantástica, as sementes do cacaueiro teriam surgido na região dos Astecas e aí frutificado, dando origem à árvore. Por estar ligado a religiosidade, essa árvore foi primeiramente cultivada por sacerdotes. Além do que, a bebida amarga e com poderes especiais extraída de suas favas, só podia ser tomada em taças de ouro. Quando conquistou o México (1519 - 1521), o comandante espanhol Fernando Cortez escreveu ao seu soberano, Carlos V, relatando que o imperador Montezuma não se servia mais do que uma vez na mesma taça de puro ouro. E confessa ter sido tomado de grande estranheza ao notar que, mais do que uma demonstração de riqueza, tal hábito relevava a imensa estima que a bebida escura merecia. Cortez relata ainda que bastaria uma taça daquele líquido para reconfortar um homem por todo um dia de caminhada, sem necessidade de qualquer outro alimento.
Do Cacau ao Chocolate: O termo chocolate vem do dialecto "nauatle", usado na América Central pré-colombiana. Porém no século XVIII, uma lenda já o relacionava a palavra grega "theobroma", que significa alimento dos deuses O autor teria sido um botânico sueco chamado Carlos Lennaeus, que conhecia muito bem a trajectória do chocolate através dos tempos e dos povos. Foi o casamento de Luís XIII da França com Ana de Áustria o fato marcante na difusão do chocolate no mundo - monges espanhóis ofereceram chocolates de presente aos noivos. A Corte francesa aderiu rapidamente á novidade que chegou para transformar os hábitos dos nobres de toda a Europa. No início foi consumido segundo os costumes Asteca, ou seja, as favas eram simplesmente trituradas e amassadas. Mas logo descobriu-se que o mel e as especiarias combinavam bem com o chocolate, acelerando mais ainda sua aceitação. Com o casamento da Maria Teresa filha de Felipe IV da Espanha, casou-se com Luís XIV, o chocolate saiu da cozinha dos conventos para entrar nos primórdios da industrialização. Entretanto, o grande marco da industrialização é 1778, quando o cacau denominado de Dádiva dos deuses, privilégio dos sacerdotes e da nobreza, chega ao homem comum
A Palmeira
A PALMEIRA é uma planta ornamental, de origem remota e das mais antigas no planeta e decora muitos de nossos jardins.
As palmeiras têm seus vestígios a mais de 120 milhões de anos. Nem sempre foram tropicais, pois há provas de que espécies que antes estão limitadas às regiões da Ásia, ocorriam na Europa Ocidental.
As palmeiras são plantas monocotiledôneas da família das PALMÁCEAS. A palavra PALMA é também de origem remota. Os gregos chamavam-na fóinix, palavra de origem fenícia. Essa palavra foi aplicada à antiga cidade turca de Palmira, com o significado de “cidade o­nde haviam palmas”.
Esta árvore tem um penacho de compridas folhas na extremidade de um longo fuste.
As Palmeiras são representadas por cerca de 3.500 espécies reunidas em mais de 240 géneros. Juntamente com as árvores, arbustos, gramados e plantas rasteiras, constituem elementos componentes de nossos parques e jardins. São as plantas mais características da flora tropical. Muitas são de grande importância económica, pelos diferentes produtos que delas podem ser obtidas. Os produtos destinados à alimentação humana ocupam o 1º. lugar.
A Estrelícia
O seu nome científico é  “Strelitzia reginae” em homenagem á mulher de Jorge II de Inglaterra, Carlota de Mecklenburg Strelitz e é originária da África do Sul. Trata-se de uma planta cujas flores se apresentam lembrando a exótica ave-do-paraíso, pelo que alguns países
Lhe dão precisamente esse nome. A folha tem uma forma de barco e no reverso tem uma cor que pode ir do roxo ao violeta. Desse “barco” saem flores com três pétalas alaranjadas e outras de cor azul-metálico. No nosso país dá-se particularmente bem na Madeira .
Embondeiro
Esta árvore que nas centro-africanas se denomina “baobab” , é a mais corpulenta do mundo, oito metros de diâmetro e quinze de altura. Segundo a tradição africana, é uma, é uma árvore, plantada “às avessas” devido aos seus ramos retorcidos, durante longos períodos sem folhas, fazendo lembrara raízes. Durante a estação da chuvas, brotam as folhas e o seu tronco como uma imensa esponja, armazena imensas quantidades de água. È uma árvore amiga de numerosos animais. Os seus ramos são colonizados por toda a espécie de animais, desde os morcegos aos pelicanos.
O Cacaueiro
O cacau, ingrediente principal do chocolate obtém-se de uma planta originária da América do Sul, o cacaueiro.
Era muito apreciado pelos Maias, Incas e Astecas e já nos princípios do século XVI as suas sementes eram usadas como moeda no México. O seu nome científico “Teobromina”, significa literalmente “manjar dos Deuses”. Com os descobrimentos, foi levado da América para a África e hoje este continente produz mais de metade do cacau do mundo. Quando maduros, os frutos têm uma cor alaranjada e as sementes com que se faz o cacau, são avermelhadas.
A Papaieira
A papaieira é uma planta herbácea com aspecto de árvore que pode chegar a medir 10 metros de altura. Todas as suas folhas se encontram na parte superior. O resto do talo é descoberto, ostentando as cicatrizes das folhas que foram caindo dos anos anteriores. Das axilas das folhas saem as flores que podem ser masculinas e femininas.
As flores femininas, depois de polinizadas por insectos, dão lugar a um saboroso fruto, a papaia, que pode pesar até 5 quilos. É rica em vitaminas A e C, Ferro e Fósforo
Árvore da Cola
Não é a cola de colar o que esta árvore dá. Trata-se, sim, de um produto que entra na composição de muitos refrigerantes, o mais conhecido dos quais é de origem americana e constitui quase o símbolo desse país.
È uma planta tropical que atinge quase 20 metros de altura, originária da África Ocidental, usada em medicina desde tempos imemoriais.
As suas flores brancas, amareladas, pintalgadas de vermelho, dão frutos semelhantes a nozes, ricos em cafeína e outras essências. Por isso o uso de bebidas à base de cola tira o sono, como o café, e podem provocar problemas no coração se assim abusar.
O Tamarindeiro
Esta árvore que chega a atingir 25 metros de altura, é originária as África, mas na actualidade pode se encontrar em todas as regiões tropicais.
As suas flores são amarelas com tons  vermelhos, muito belas e dispostas em cachos.
O fruto o tamarinho, tem no interior, envolvendo as semente, uma polpa cinzenta, com a qual se prepara uma bebida refrescante de sabor agridoce.
Tem propriedades como laxante suave.
O seu nome é de origem árabe e significa “ Tâmara da índia”
A mandioca
A mandioca, tapioca ou uca é ima das duas plantas alimentares mais importantes das zonas tropicais.
É proveniente da América, mas a sua cultura que remota há mais de três mil anos estendeu-se à Ásia e à África.
A característica mais singular desta planta arbustiva pode atingir 3 metros de altura, sãos os seus tubérculos subterrâneos, que podem ter até 90 centímetros de comprimento.
É ali que a planta armazena as suas reservas e é dessa parte que as pessoas se alimentam.
É bastante pobre e contém uma substância muito venenosa, a linamarina, que é necessário eliminar, assando–a  antes de a consumir.
O amendoim
O amendoim além de ser um delicioso fruto seco, representa uma das mais importantes culturas dos países quentes.
Rico em proteínas, dele se extraem diversos óleos alimentares e até medicamentos.
A planta necessita de uma temperatura de 25 a 28 graus para crescer.
Pertence à família das leguminosas.
Parar atingir a maturação precisa de estar debaixo da terra durante 4 meses.
A Árvore do Fogo
Os céus dos jardins africanos vêem-se frequentemente surpreendidos pelas grandes flores vermelho escarlates da árvore do fogo, também chamada “flamboyant” (flamejante). Com uma altura que chega a atingir os 5 metros, chama a atenção pela sua copa achatada, semelhante a um enorme chapéu de sol colorido.
É proveniente da Ilha de Madagáscar, mas estendeu-se tanto a todo o mundo tropical que a sua flor se tornou a flor nacional de Porto Rico. Na América Central.
Cada uma das suas folhas divide-se em numerosos “folíolos” semelhantes aos dentes de um pente que, ao entardecer se fecham.
O Embondeiro
ÁRVORE-DE-PÃO-DE-MACACO, árvore-de-creme-tártaro, árvore-de-abóbora-amarga-etíope e árvore-de-pernas-para-o-ar, tudo isto são nomes para uma das criações de aspecto mais estranho da natureza: o embondeiro.
Segundo uma lenda árabe, «o Diabo desenterrou o embondeiro, enfiou os ramos na Terra e deixou as raízes no ar».
De facto a árvore encontra-se associada com o mal por toda a África, porque se acredita que espíritos malignos habitam os seus ramos.
Mas apesar de todas as suas associações, negativas, o embondeiro não tem falta de atributos positivos, dos quais os povos africanos tiram o máximo de vantagens.
Primeiro que tudo, o seu tronco maciço – o maior jamais registado tinha 45 m de circunferência – contém tecidos altamente absorventes e esponjosos.
Se se cortar uma fatia do tronco, sai água, que pode beber-se mesmo no meio de uma seca.
O fruto do embondeiro, com a forma de abóbora é chamado pão-de-macaco, serve para uma variedade de propósitos:
A polpa pode comer-se – Tem um sabor reminescente de creme tártaro; algumas tribos usam-no para coagular leite, a fim de fazerem um alimento parecido com o queijo, ou como remédio contra a desinteria e a febre. Comercialmente é utilizado na produção do látex. As sementes do fruto podem ser comidas cruas, transformadas em papa com milho moído ou mesmo torradas para se fazer uma bebida parecida com o café. O seu óleo também é comestível, sendo igualmente usado para fazer sabão. Depois de esvaziada da polpa, a casca dura do fruto serve de recipiente. Até a casca do embondeiro é útil, porque as suas longas fibras são boas para fazer corda ou tecido.
O Cajueiro
Nomes Populares: Cajueiro, acajaíba, acaju, acajuíba, caju-manso, caju-banana, caju-manteiga, caju-da-praia, caju-de-casa.
Madeira: Madeira leve, forte e de longa durabilidade.
Utilidade: A madeira é apropriada para construção civil, serviços de torno, carpintaria e marcenaria, confecção de cabos de ferramentas agrícolas, cepas de tamanco e caixotaria. A árvore é muito cultivada para a obtenção de seu pseudofruto (caju) e de sua castanha; os frutos são muito consumidos e a castanha é bastante popular e exportada para quase todo o mundo. Os frutos ou pedúnculos pedem ser consumidos naturalmente, na forma de suco e de doces caseiros. O suco de seu fruto é industrializado e altamente apreciado em todo o país. A casca da castanha fornece um óleo industrial. É planta indispensável nos pomares caseiros. As flores são melíferas.
Aspectos Gerais: A planta está difundida pela América do Sul, América Central, África, Ásia; a partir de 1985 destacaram-se a Índia, Brasil, Moçambique, Tanzânia e Quénia como principais produtores de castanhas no mundo.  A palavra caju parece vir do termo "Acâi-ou" (língua tupi), que significa pomo amarelo; em línguas estrangeiras é conhecido como marañom (espanhol), cajou, anacardier (francês), cashew (inglês), anacardio (italiana). O cajueiro precoce é também conhecido como cajueiro anão, cajueiro-anão-precoce, cajueiro-do-ceará, cajueiro-do-ceará-de-seis-meses.
No cajueiro os tipos se diferenciam quanto a cor, forma, tamanho, sabor e consistência do pedúnculo do fruto sendo conhecidos como caju amarelo, caju vermelho, caju banana, caju manteiga, caju travoso, caju branco, caju maçã, entre outros.
As flores do cajueiro são masculinas e hermafroditas.
Árvore: espécie vegetal para florestamentos havendo registros do seu uso como árvore ornamental e para sombreamento. A casca do tronco é adstringente, rica em tanino, própria para o curtume; ainda a casca contém substância tintorial vermelho-escuro (tinge roupas, redes em linhas de pesca). Cortes no tronco deixam sair resina medicinal (expectorante) e de uso no preparo da cajuína a da jeropiga.
As folhas novas servem para curtume e sua infusão (20% de folhas) é tida como medicinal (escorbuto infantil e angina de bismuto).
A madeira, cor rósea, dura, revessa, que recebe bem o verniz, é resistente à água do mar sendo usada para fabricação de cavername de barcos. Apesar disso só é utilizada para lenha e carvão (infelizmente).
Pedúnculo: rico em vitamina C é utilizado na alimentação do homem e de animais (bagaço da indústria). Ao natural o pedúnculo é consumido fresco (inteiro, cortado em rodelas, acompanhando feijoadas e tira-gosto de cachaça); esmagado produz suco refrescante – a cajuada -. Processado (em acções artesanais ou industriais) produz compotas, doces (cristalizados, em massa), caju-passa (ameixa), geleia; com o sumo produz-se sucos concentrados, cajuina (suco clarificado), vinho, vinagre, aguardente, licor, mel-de-caju. Com o suco fermentado fabrica-se as bebidas(mococoró e cauim); com pedúnculo + castanha jovens, - o maturi – prepara-se guisados e fritadas apetitosos.
Castanha - Amêndoa: é processada e consumida como castanha assada e salgada em coquetéis ou como tira-gosto de bebidas sofisticadas; ainda a amêndoa inteira ou quebrada ou sob forma de farinha entra no preparo de bolos, doces, bombons, chocolates, acompanha sorvetes, além de fornecer óleo, altamente insaturado.
Mesocarpo do fruto: produz a resina LCC – líquido da castanha de caju – de uso industrial (resinas fenólicas, pós de fricção para indústria automotiva); é de uso medicinal (propriedades antissépticas, vermifugas e vesicantes).


ALEX

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pontos Turisticos da Asia

1) Muralhas da China:

2) KiyomizoTemplo - Japao (uma das maravilhas do mundo):

3) Kinkakuji Templo - Japao, todo revestido de ouro.

4) Taj Mahal na India

5) Torre de Toquio

6) Templos tipicos da Tailandia

7) Monte Everest (local mais alto da Terra)

8) Ilha de Bali na Indonesia

9) Angkor Wat - templos na Combodia

10) Cidade proibida - Beijin, China

11) Templos de Bagan em Burma, Miamar
(este pais foi 2 dias atras afetado por um ciclone onde mais de 100,000 pessoas ja morreram e 1 milhao estao desabrigadas)

12) Banaue Rice Terraces
(sao campos vastos de plantacao de arroz localizado na Filipinas)

13) Palacio Potala em Tibete (belissimo)

14) Qin Terra Cotta Warriors
(Museu arqueologico localizado na China criado por volta de 210 A.C.)

15 Borobudur em Java Indonesia
Templo Budista



Por: Norton ,Murilo A.

Oriente Medio


O Oriente Médio fica na junção da Eurásia e da África e do Mar Mediterrâneo e do Oceano Índico. É o local de nascimento e centro espiritual do cristianismo, islamismo, judaísmo, Yazidi, e no Irã do mitraísmo,zoroastrismo, maniqueísmo e da Fé Bahá'í. Ao longo de sua história, o Oriente Médio tem sido um grande centro de negócios do mundo, uma área estratégica, economica, política, cultural e religiosamente sensível.
As primeiras civilizações da Mesopotâmia e do Egito antigo, originaram-se no Crescente Fértil e em regiões do vale do Nilo do antigo Oriente, assim como as civilizações da Península do Levante, Pérsia e da Arábia. O Oriente Médio foi unificado pela primeira vez sob o império Aquemênida seguido mais tarde pelo Império Macedônio e, mais tarde pelos impérios iranianos, a saber, o Império Arsácida e o Império Sassânida. No entanto, seriam osCalifatos árabes na Idade Média ou Idade de Ouro Islâmica, que primeiramente iriam unificar todo o Oriente Médio como uma região distinta e criar a identidade étnica dominante que persiste até hoje. Os turcos seljúcidas, o Império Otomano e os safávidas também depois dominariam a região.
O moderno Oriente Médio surgiu após a I Guerra Mundial, quando o Império Otomano, que foi aliado com as derrotadas Potências Centrais, foi dividido em um número de nações separadas. Outros acontecimentos marcantes nesta transformação incluiu a criação de Israel em 1948 e a saída das potências europeias, nomeadamente a Grã-Bretanha e França. Eles foram suplantados em parte pela crescente influência dos Estados Unidos.
No século XX, ações importantes da região do petróleo deu-lhe nova importância estratégica e econômica. A produção em massa do petróleo começou por volta de 1945, com a Arábia Saudita, Irã, Kuwait, Iraque e Emirados Árabes Unidos com grandes quantidades de petróleo. As reservas de petróleo estimadas, especialmente na Arábia Saudita e Irã, são alguns das mais altos do mundo, e o cartel internacional do petróleo da Opep é dominado por países do Oriente Médio.
Durante a Guerra Fria, o Oriente Médio foi um teatro de luta ideológica entre as duas superpotências: os Estados Unidos e a União Soviética, que competiam por zonas de influências e aliados regionais. É claro que, além dos motivos políticos, houve também o "conflito ideológico" entre os dois sistemas. Neste quadro contextual, os Estados Unidos procuraram desviar o mundo árabe da influência soviética.
Desde o final da Segunda Guerra Mundial, a região tem tido períodos de relativa paz e tolerância, pontuada por conflitos e guerras como a Guerra do Golfo, Guerra do Iraque, o conflito árabe-israelense e o programa nuclear do Irã.

Por : Norton ,Murilo A. ,Alex